Participei também de outro tanto de obras coletivas, que ando procurando no momento (maio de 2008), mas ainda não consegui identificá-las todas, que vão desde um capítulo para o excelente “Sociedade e Estado em transformação” (organizado por Bresser Pereira, Jorge Wilheim e Lourdes Sola e publicado em 1999, pela ENAP em parceria com a Unesp), até o recentíssimo “El Gran Guia de los Blogs” (editado por Rosa Jiménez Cano e Francisco Pólo em Barcelona pela El Cobre, 2007), passando pelo opúsculo, que veio à luz em 2000, intitulado “Um Novo Referencial para a Ação Social do Estado e da Sociedade” (em co-autoria com Ruth Cardoso e Miguel Darcy de Oliveira) e por um artigo para o livro (editado pelo Fondo de Cultura Econômica em 2003) que resultou de um debate com Manuel Castells, promovido pelo PNUD em março de 2002 na Bolívia, em torno da pergunta “Es sostenible la globazación em América Latina?”.
Mas não escrevi apenas livros. Foram dezenas de artigos em revistas e jornais (incluindo 17 artigos na página 3 da Folha de São Paulo, a partir de junho de 2005) e centenas (talvez milhares) de textos e notas publicados em sites e blogs políticos nos últimos cinco anos (no e-agora e no Democracia).
Em terceiro lugar, escrevo sobre o meu trabalho como desenvolvedor de Nan Dai - meu país imaginário, o “local” onde projeto as coisas que faço ou ainda quero fazer. Falo, especialmente, sobre o conteúdo do meu trabalho atual e sobre os meus projetos em andamento (e essa última parte ainda está sendo elaborada).
Em quarto lugar, falo do meu papel de netweaver (um dos articuladores) da nascente iniciativa da Escola-de-Redes – uma rede de pessoas dedicada à investigação teórica e à disseminação de conhecimentos sobre redes sociais e à criação e transferência de tecnologias de netweaving – que teve seu primeiro nodo no Brasil na cidade de Curitiba (20/06/08) e hoje (30/01/089 conta com 831 pessoas conectadas, 6 nodos já fundados (Curitiba, São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Rio de Janeiro e Belém), mais 9 novos nodos sendo articulados no Brasil (começando por Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Fortaleza) e 3 nodos em cogitação no exterior (e essa parte também está em elaboração).
EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM
Em quinto lugar falo de minhas experiências de aprendizagem e daquela coisa morta que chamam de “formação”.
TRABALHOS REALIZADOS
Em sexto lugar registro alguns trabalhos realizados, somente os mais significativos e que deixaram frutos, no Instituto de Política (entre 1993 e 2000), no Conselho da Comunidade Solidária (entre 1996 e 2002) – destacando, em especial, o meu papel como responsável pelas Rodadas de Interlocução Política que geraram, dentre outros resultados: a chamada Nova Lei do Terceiro Setor (Lei 9790/99, que criou as Oscips), a estratégia de indução ao Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável (Programa Comunidade Ativa) e o início do processo de regulamentação da atividade microfinanceira no Brasil – no Sebrae Nacional (entre 1999 e 2001) e na AED – Agência de Educação para o Desenvolvimento (de 2000 a 2004).
O QUE FALTOU?
Por último, em sétimo lugar, falo do que faltou no currículo, a participação em muitas organizações (evitando sempre salientar cargos e títulos) e, talvez o mais importante, minhas outras experiências, meus encontros com pessoas notáveis, meus livros e filmes preferidos, minhas artes ensaiadas e meus amores.
